As crônicas vampirescas – Entrevista com o vampiro

Nesse post aqui eu falei da minha maratona de As crônicas vampirescas da Anne Rice. Claro que ainda não comecei, graças à vida adulta, capitalismo e etc. Mas não desisti. Lembrei que em 2018 eu reli Entrevista com o vampiro e fiz uma resenha para o Leia Mulheres. Reproduzo aqui para não abandonar completamente o blog nesses tempos complicados. “O mal é sempre possível. E … Continue reading As crônicas vampirescas – Entrevista com o vampiro

A odisseia do cinema brasileiro – Parte III

Ontem estava conversando com uns amigos sobre isso de ser fã. Acho muito bacana quem é fã de algo ou de alguém, que dedica tempo a isso. Eu tenho fases de fã. Amei x cantora por algum tempo, cansei, veio um escritor e assim vai. Uma das minhas fases foi o cinema brasileiro. Estou escrevendo sobre esse amor aqui. Demorei para voltar porque essa fase … Continue reading A odisseia do cinema brasileiro – Parte III

As crônicas vampirescas – Início

Nesse post aqui deu para perceber que eu ando fascinada com vampiros. Peguei todos os livros do tema da minha estante, estou vendo filmes, lendo o tempo todo sobre e etc. Em meio a isso, me lembrei da Anne Rice, que infelizmente faleceu no final do ano passado. Como todo jovem gótico, eu tive uma fase de ler muito os livros dela na adolescência. Lembro … Continue reading As crônicas vampirescas – Início

Tempo final, de Maylis Besserie

Maylis Besserie é uma escritora francesa que parou para imaginar como teriam sido os últimos dias de Beckett, numa casa de repouso. Ela escreveu tudo isso em Tempo final, que saiu recentemente pela Nós com tradução de Lívia Bueloni Gonçalves (que inclusive estuda Beckett). Eu sei quem foi Beckett, sei várias de suas citações famosas, sei da existência de Godot, mas nunca li nada dele. … Continue reading Tempo final, de Maylis Besserie

Vampiros brilham no escuro?

Recentemente me convidaram para escrever um artigo sobre Carmilla, a vampira lésbica criada pelo Sheridan La Fanu (quando estiver disponível eu linko lá no meu CV). Reli a obra e aproveitei para pegar todos os meus livros de vampiros da estante. Reli contos, li teorias, li fábulas, enfim, 35 anos e estou 100% imersa no mesmo vampirismo que me fascinava quando eu tinha 15 anos.  … Continue reading Vampiros brilham no escuro?

A odisseia do cinema brasileiro – Parte II

Junho foi corridíssimo, todos os eventos aconteceram ao mesmo tempo e eu não tive tempo para escrever aqui. Pensei em criar uma newsletter (sim, de novo) ou um novo perfil no Instagram, mas eu sempre sou a maior defensora do blog, então nada mais lógico do que reservar um tempo para escrever aqui. Após algumas leituras de trabalho, freela e clubes, finalmente voltei a ler … Continue reading A odisseia do cinema brasileiro – Parte II

Erva Brava, de Paulliny Tort

Comentei em textos anteriores que me parece mais complexo escrever contos do que romances. Posso estar errada, mas a leitura me passa essa impressão. Raramente um começo de narrativa me fisga a atenção logo de cara, preciso de algumas páginas para me ambientar. No conto não há tempo para isso, às vezes é necessário prender o leitor logo na primeira linha. Paulliny Tort consegue exatamente … Continue reading Erva Brava, de Paulliny Tort

A odisseia do cinema brasileiro – Parte 1

Já comentei algumas vezes que eu cresci vendo filmes. Inclusive, Lua de Cristal (sim, aquele da Xuxa) foi o primeiro que vi no cinema, com uns três anos de idade. Com o tempo fui vendo cada vez menos do cinema brasileiro, via um ou outro filme mais famoso, mas só isso. Felizmente, de uns anos para cá, tenho mudado isso. Comecei com os filmes dirigidos … Continue reading A odisseia do cinema brasileiro – Parte 1

Costuras para fora, de Ana Squilanti

Ainda pensando nas mesas que vi na Flic e na que mediei nesta semana, atualizei meu CV aqui no site. Uma amiga até me perguntou se eu estava procurando emprego. Não, nada disso, apenas fico bem feliz de ter participado de uma lista tão bacana de eventos. Notei que a Ana Squilanti aparece em vários deles. Conversamos na Feira da Mário de Andrade e eu … Continue reading Costuras para fora, de Ana Squilanti

Você não vai dizer nada, de Julia Codo

Neste fim de semana estive na Flic, uma nova feira literária que acontece em Itu. Minha primeira vez na cidade, primeira vez viajando de ônibus depois de dois anos e primeira vez sem máscara, conversando, abraçando os amigos e conhecendo gente nova. Foi muito cansativo, mas foi uma experiência maravilhosa. Estar entre pessoas dos livros é o que me faz bem. A primeira mesa que … Continue reading Você não vai dizer nada, de Julia Codo